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Black Eyed Peas é capa da revista Mexicana Estilo DF



O Black Eyed Peas passou com sua tour mundial pelo México e aproveitou a passagem para conceder algumas entrevistas sendo também capa da revista "Estilo DF".

Confira a entrevista na íntegra: 


Esta semana, depois de oito anos, vocês farão um show no México, quais são suas expectativas?
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"Primeiro de tudo, é um prazer estar aqui, estou feliz em representar o meu país e para os fãs mexicanos será muito especial. Queremos atravessar as ruas, aprender sobre sua cultura e trazer novos materiais com a energia do Black Eyed Peas. Toda vez que chegamos ao México, é uma ótima experiência e será um grande show".

Taboo, suas origens vêm daqui, qual é o seu relacionamento com o país?
"Todo o país me inspira a voltar por vários quilômetros e conhecer os costumes. Eu tenho duas nacionalidades: mexicana e americana, e conheço tudo o que acontece aqui. É importante para os fãs entenderem que o México é a inspiração para muitas de nossas músicas".

Agora que você está de volta em um local menor, qual será o conceito do show?
"O projeto é diferente e o show também; A The E.N.D e a The Beginning Tour foram importantes para o design gráfico e masterização, às vezes trabalhamos com realidade aumentada, mas agora será um pouco mais pesado, nessas gravações estamos nos afastando do pop; com o álbum anterior nós tínhamos dançarinos, pirotecnia, mas agora vamos promover o amor pelas pessoas, falar sobre o que está acontecendo no mundo, migração e questões mais difíceis. Meus amigos e eu já criamos "I Gotta Feeling" e "Pump It" e nós completamos com tecnologia, agora será um show mais pessoal, em uma sala menor. Atenção, vamos mostrar tudo com a mesma energia que nos caracteriza".
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Recentemente, você apresentou novas músicas, quais são seus planos?
"Atualmente estamos trabalhando neste projeto, existem três singles para os quais gravamos vídeos e geramos conteúdo; Nós não podemos pular para o próximo passo, devemos primeiro terminar isso, lançar mais músicas e depois veremos se vamos fazer um álbum".

Em suas músicas recentes vocês lidam com problemas sociais, o que motivou você a abordá-los? 
"Essas são coisas sérias acontecendo nos Estados Unidos e ao redor do mundo e, portanto, precisam ser ditas. Nós começamos com 'Where is the love?' Em 2003, é lindo, mas difícil tanto para o som quanto para o tema. Sentimos que o Black Eyed Peas teve que fazer isso para gerar a discussão. É importante que as pessoas comecem a fazer perguntas sobre a reforma da imigração e a violência policial, e para isso, precisamos colocar isso nas artes e na mídia".
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Você acha que a música é uma alternativa para obter a melhor versão da humanidade?
"Sim, é importante que as pessoas saibam o que está acontecendo em todos os aspectos, não apenas na tecnologia. Sentimos a necessidade de ser uma luz e amplificar a voz do povo. Atualmente, a reforma da imigração mantém as crianças longe de suas famílias, há muita violência, tiroteios nas escolas, violência policial, e nós queremos ser essa voz".

O que vai acontecer com a festa?
"Este não é um bom momento para festejar, agora temos problemas mais sérios. Haverá momentos de alegria, mas por enquanto temos que falar sobre algo mais agressivo. Temos álbuns muito bons sobre isso, mas agora queremos saber o que as pessoas pensam e amplificar suas vozes".

O que acontecerá com a figura feminina?
"Nós continuamos, mas agora com Jessica Reynoso. A Fergie é uma parte preciosa da família, mas decidiu seguir outro caminho, no entanto, no The Black Eyed Peas temos a parte feminina e vamos continuar nesse caminho".

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